Milagre das Águas do Tejo que se Apartam
- Título
- Milagre das Águas do Tejo que se Apartam
- Criador
- Oficina lisboeta de Valentim de Almeida (atribuição de José Meco)
- Tipo
- Azulejo figurativo
- Data
- Cerca de 1745
- Assunto
- A rainha D. Isabel e o rei D. Dinis deslocaram-se a Santarém no ano de 1324 para pedirem a proteção de Santa Iria, visitando o local onde segundo a tradição estava o túmulo da jovem mártir colocado pelos os anjos no fundo do Tejo. Chegada às margens do rio, recusando o barco que a aguardava, a rainha caminhou sobre as águas que se abriram, dando-lhe passagem sobre o leito seco do rio.
- Descrição
- Quando a rainha acompanhada por damas e populares se aproxima da margem do Tejo, as águas abrem-se formando volutas que se elevam no ar deixando seco o leito do rio para lhe dar passagem até à urna de cristal onde repousa Santa Iria, deitada com as mãos cruzadas sobre o peito, perante a qual D. Isabel se inclina em oração.
Mais distante avista-se o rei D. Dinis e um fidalgo, ao fundo vislumbram-se a igreja de Santa Iria e outros edifícios e no topo de um monte a cidade de Santarém. - Cobertura
- Museu Monforte Sacro – Antiga Igreja do Espírito Santo.
Parede lateral oposta, do lado do Evangelho.
Inicialmente instalado na Igreja do Antigo Convento de Bom Jesus de Monforte. - Fonte
- Fontes Literárias - Monarchia Lusitana, VI Parte, Frei Francisco Brandão, 1672.
Fontes Artísticas - Painel de azulejo atribuído a Teotónio dos Santos, cerca de 1725, existente na Capela da Rainha Santa Isabel do castelo de Estremoz. - Editor
- Maria de Lourdes Cidraes
- Colaborador
- Fotografias da Câmara Municipal de Monforte
Colecção
Citação
Oficina lisboeta de Valentim de Almeida (atribuição de José Meco), “Milagre das Águas do Tejo que se Apartam,” LEGENDA REGINAE, acedido 13 de Junho de 2026, https://rainha-santa-isabel.pt/items/show/37.