Explorar Itens (67 total)

View as:

Sta IZABEL Rª. DE PORTUGAL

Imagem de madeira estufada e ricamente dourada colocada num altar em honra de santos franciscanos onde também podemos ver S. Luís Rei de França e Santa Rosa de Viterbo. A Rainha Santa Isabel com um resplendor de prata e envergando o hábito franciscano segura na mão esquerda um molho de rosas e apoia a mão direita num bordão em forma de Tau.

A Rainha Santa Isabel em Vila do Conde

Imagem devocional em madeira estufada representando a rainha envergando o hábito de clarissa e barbeta de viúva, com coroa que tem justaposto o brasão bipartido das armas de Portugal e de Aragão. Com a mão esquerda faz uma dobra no manto com um grande molho de rosas e a mão direita livre mas parece agarrar um bordão.

SANTA ISABEL Rainha de Portugal

Imagem de grande qualidade que faz parte do conjunto de santos franciscanos que saíam anualmente na Procissão das Cinzas. A autoria de algumas destas imagens é atribuída ao escultor João d' Afonseca Lapa natural de Vila do Conde.

A Rainha Santa Isabel envergando o hábito de clarissa, com véu e resplendor tem rosas que lhe caem do regaço.

A Rainha Santa Isabel na Basílica de Mafra

Imagem de vestir que faz parte do notável conjunto de santos franciscanos que são anualmente incorporados na Procissão de Cinzas. No chão sobre uma almofada a coroa real fechada e o ceptro.

Rainha Santa Isabel

Escultura em madeira policromada, dourada e estufada representando a Rainha envergando o hábito de clarissa imitando um tecido adamascado ornado com ricos dourados. Na mão direita segura um crucifixo, na cabeça tem um resplendor e na dobra do manto erguido pela mão esquerda as rosas do milagre.

Rainha Santa Isabel

A Rainha com coroa aberta envergando o hábito de clarissa segura na mão esquerda um ramo de rosas e apoia a mão direita num bordão em forma de Tau. No canto superior esquerdo está uma fração do escudo de Aragão.

Rainha Santa Isabel

Estátua em granito representado a Rainha Santa Isabel com uma auréola em metal, envergando o hábito de clarissa e segurando com a mão esquerda numa dobra do manto um ramo de rosas e com a mão direita uma cruz de madeira.

Rainha Santa Isabel

A Rainha com coroa fechada, envergando o hábito de clarissa e barbeta de viúva tem no regaço um molho de rosas e apoia a mão direita no bordão em forma de Tau. É uma das representações da Rainha Santa Isabel que seguem o modelo divulgado pela gravura de Cornelius Galle (o velho) e de que existem numerosos exemplo que se repetem sobretudo durante o séc. XVII e de podemos citar o óleo da Academia das Ciências de Lisboa.

Rainha Santa Isabel

Imagem de vestir em tamanho natural com coroa aberta, envergando o hábito de clarissa e segurando com as mãos um regaço cheio de rosas.

S. ELISABETH REG. P.

Integrada numa galeria de pintura representando santos franciscanos no cadeiral da Igreja da Ordem Terceira, a Rainha Santa Isabel está representada coroada, envergando o hábito de clarissa e barbeta de viúva com um molho de rosas no manto e com a mão direita apoiada no bordão em forma de Tau.

Rainha Santa Isabel

Imagem de madeira estufada e dourada representando a Rainha com coroa aberta envergando um hábito de clarissa muito decorado com bordados dourados na túnica e no manto, segurando com a mão esquerda o manto com um molho de rosas e apoiando a mão direita num bordão em forma de Tau. No chão atrás do bordão vê-se o escudo bipartido de Portugal e Aragão. A imagem está integrada num arco barroco de talha dourada da época joanina que rodeia o altar da Paixão de Cristo.

Santa Isabel Rainha de Portugal

Uma bela imagem de madeira estufada e dourada representando a Rainha envergando um hábito de clarissa muito decorado com bordados dourados na túnica e no manto mas evidenciando a presença do cordão franciscano. Segura com a mão direita o manto com o regaço cheio de rosas.

Sta ISABEL

A Igreja de S. Francisco onde se situa este imagem foi construída no séc. XIV durante o reinado de D. Fernando no lugar de um modesto templo da Ordem Franciscana que se tinha estabelecido na cidade do Porto em 1223.

A escultura em madeiro estufada e dourada representa a Rainha Santa Isabel envergando o hábito de clarissa com véu e barbeta de viúva, tendo na mão esquerda um molho de flores e a mão direita apoiada no bordão em forma de Tau.

Esta imagem está integrada num retábulo atribuído aos Arq Francisco do Couto Azevedo e Manuel da Costa Andrade responsáveis pela principal campanha artística foi levada a cabo na Igreja de S. Francisco, na primeira metade do século XVIII, quando a maior parte das superfícies interiores, incluindo paredes, colunas, capelas laterais e telhado, foram revestidas com talha que daria a este templo o esplendor barroco parecendo que a igreja está coberta de ouro tal a presença da talha dourada.

Santa Isabel na Igreja de Santa Engrácia

Dentro de um nicho na fachada da Igreja de Santa Engrácia uma estátua em mármore branco representa a Rainha Santa com coroa aberta envergando o hábito de clarissa, criando com a mão direita no manto um regaço cheio de rosas e segurando com a mão esquerda uma bolsa.

Esta escultura faz parte de um conjunto de estátuas de santos portugueses executadas durante as obras de conclusão desta Igreja pelo Estado Novo na década de sessenta do séc. XX, no contexto de uma política de exaltação dos santos e heróis nacionais.

A Rainha Santa Isabel em Alenquer

A Rainha D. Isabel com coroa aberta, envergando o hábito de clarissa segura na mão direita um crucifixo que olha com devoção. No regaço tem um molho de rosas. Em segundo plano um campo de cultura e um edifício que pode representar o Oratório de Santa Catarina, instituição que tem a sua origem remota no séc. XIII ligada à memória dos cinco frades missionários que, vindos de Assis, dali partiram para o seu martírio em Marrocos.

Santa Isabel na Academia das Ciências de Lisboa

A Rainha coroada, envergando o hábito de clarissa e barbeta de viúva, segura na mão esquerda, pousada no regaço, um ramo de rosas e apoia a mão direita no seu bordão em forma de Tau.
Poderá constituir uma réplica do óleo da mesma época existente no Convento de Santa Clara-a- Nova em Coimbra inserindo-se ambos na série icónica fixada a partir da gravura de Cornélius Galle (o Velho).
Segundo a tradição este quadro foi oferecido à Academia das Ciências de Lisboa pela princesa D. Maria Francisca Benedita, irmã de D. Maria I, rainha que em 1779 fundou esta instituição e proclamou a Rainha Santa Isabel como sua padroeira .

Andor da Rainha Santa Isabel no Mosteiro de Mafra

Esta imagem de vestir faz parte do magnífico conjunto de santos franciscanos que anualmente desfilam na Procissão das Cinzas ou Procissão dos Terceiros em Mafra.
A Rainha, envergando o hábito franciscano com barbeta de viúva, segura com a mão esquerda a túnica donde caiem rosas e apoia a mão direita num bordão em forma de Tau, Um aro dourado, símbolo da santidade, rodeia o rosto esculpido com notável realismo.
Sobre uma almofada estão pousados o ceptro e a coroa insígnias do seu estatuto régio.

A Rainha Santa Isabel no painel do Palácio Castro Guimarães

Painel de grandes dimensões apresentando uma grandiosa alegoria enaltecendo a Imaculada Conceição de Maria no contexto da intensificação do culto religioso de Nossa Senhora iniciado em Portugal com o nacionalismo restauracionista no reinado de D. João IV que ofereceu a coroa real à imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
O cortejo abre com um numeroso grupo de clérigos empunhando longos círios e uma bandeira processional.
Neste magnífico painel, realizado por um dos mais importantes pintores de azulejo da grande produção joanina, a Rainha Santa Isabel figura entre S, Luís, Rei de França e Santa Isabel da Hungria precedendo um coche triunfal onde a Virgem Maria é venerada por religiosos. A este carro estão atreladas duas parelhas de cavalos brancos guiados por um anjo no lugar do cocheiro e dois anjos cavalgando a primeira parelha. O significado alegórico do painel é reforçado pela presença do anjo que fecha o cortejo e por numerosos querubins esvoaçando no céu acompanhando todo o percurso.
Ao contrário do que é habitual a Rainha Santa Isabel não é identificada pelo escudo bipartido das armas de Portugal e de Aragão mas apenas pelo escudo português assim se valorizando a sua condição de Rainha de Portugal.
Em segundo plano entre S. Luis e a Rainha Santa esta representada a Beata Beatriz da Silva fundadora da Ordem das Concepcionistas ou Ordem da Imaculada Conceição da Bem – Aventurada Virgem Maria . Esta religiosa foi santificada em 1976.
Este painel foi colocado nos jardins do palácio em 1925.

S. ELISABEL - RAINHA DE PORTUGAL

nspirada na gravura com o mesmo tema produzida trinta anos antes por Sebastianus Conca e Hieronymus Rossi, representa uma cena mais simplificada enquadrada numa cartela rococó onde figura apenas a rainha com uma coroa fechada, envergando o hábito de clarissa e barbeta de viúva apoiada no bordão em forma de Tau, colocando a mão direita nos olhos da criança cega sozinha à sua frente.

Este episódio lendário é referido como tendo acontecido durante a sua peregrinação a Santiago de Compostela em 1325, quando a mãe da criança lhe solicitou a cura, vendo-se em plano de fundo do lado esquerdo a torre de um castelo e do lado direito uma construção que representam a vila da Arrifana onde a primeira biografia situa este milagre.

S. ELISAB . R . PORTV.

Esta estátua de mármore de Carrara representa a Rainha com idade avançada, envergando o hábito de clarissa, véu e barbeta de viúva, segurando com a mão esquerda o manto onde mostra um molho de rosas e apoiando a mão direita num bordão em forma de Tau.

ELISABETH REGINA SANCTA PORTVG.

Gravura de autor desconhecido que ilustra a obra de Pedro Mariz “Diálogos de Vária História em que se referem as vidas dos Senhores Reys de Portugal com os feus retratos e notícias dos nossos reynos”, obra publicada em Coimbra por António Mariz em 1594 e a que foi enigmaticamente suprimido o texto relativo a Isabel de Aragão. A Rainha é representada de perfil, coroada e envergando o hábito de clarissa, com barbeta de viúva e bordão, com um luminoso resplendor enquadrado na inscrição ELISABETH REGINA SANCTA PORTVG.
Segundo alguns autores esta inscrição e a apresentação da rainha como santa antes da sua canonização poderão explicar a eliminação do texto pela censura da Inquisição

SANTA ISABEL - Reyna de Portugal, viuda, y de la Tercera Orden de San Francisco A 8 de Julio

Dentro de um medalhão oval a Rainha Santa é representada coroada envergando o hábito de clarissa com barbeta de viúva, rosas no regaço e na mão direita um ramo de oliveira com uma legenda com a palavra PAZ. Em plano de fundo está desenhada a Virgem aureolada de estrelas abençoando a santa portuguesa.
De notar a indicação do dia 8 de Julho como data da festa da Rainha Santa o que se verificou por vezes para evitar a coincidência com a oitava dos santos Apóstolos.

Sainte Elisabeth de Portug

Gravura integrada no livro La vie des saints por tous les jours de l'anné da autoria de l'Abbé Pradier publicado em Lille em 1889. A composição mostra a Rainha Santa coroada, envergando o hábito de clarissa com rosas no regaço, enquadrada por um arco neogótico onde pequenos anjos seguram faixas com inscrições latinas alusivas ao, milagre das rosas. Esta gravura insere-se na tendência historicista e no revivalismo neogótico dominantes no final do séc, XIX.

Breve compendio da vida, morte, virtudes, e milagres de Santa Isabel, sexta rainha de Portugal e Infanta de Aragaõ

Trata-se da página de apresentação da publicação “ Breve compêndio da vida, morte, virtudes e milagres de SANTA ISABEL, sexta rainha de Portugal e Infanta de Aragaõ” que apresenta, dentro de uma cartela externamente decorada com elementos vegetalistas, a D. Isabel vestindo o hábito de clarissa, com véu e barbeta de viúva, apoiando-se com a mão esquerda no seu bordão em forma de Tau e segurando com a mão direita no seu regaço um molho de rosas.

No lado direito esta desenfada a cabeça de um pedinte e na margem inferior da cartela o escudo bipartido de Portugal e Aragão.

S. ELICAB REG. PORTUG.

A Rainha envergando o hábito de clarissa, com coroa aberta, véu e barbeta de viúva, ocupa o primeiro plano da composição. Coloca os dedos nos olhos de uma criança cega que lhe é apresentada pela mãe curando-a milagrosamente. A cena passa-se na proximidade de Vila da Feira durante a sua peregrinação a Santiago de Compostela após o falecimento de D. Dinis, estando a paisagem dominada pelo castelo da referida vila. Atrás da rainha, do lado direito estão representados dois cortesãos da sua comitiva e do lado esquerdo uma mulher com uma criança ao colo sendo ainda visível, no centro da composição, um popular que também presencia o milagre. No céu um pequeno grupo de querubins acentua a sacralidade do momento.

Sanct Isabel Reina de Portugal

Imagem incluída em “Triunfo de la Nobleza Lusitana y origen de sus blasones” de António Soares de Albergaria, representa a rainha em corpo inteiro envergando o hábito dr clarissa, coroa aberta sobre o véu que lhe cobre a cabeça e barbeta de viúva. Com a mão esquerda segura no regaço um molho de rosas e com a mão direita apoia-se no bordão em forma de Tau.
O escudo bipartido de Portugal e Aragão encimado por uma coroa aberta ocupa o canto inferior direito da composição .

SANCTA ELISABETH - Portugaliae Regina filia

A Rainha é representada muito jovem, com a cabeça coberta por um véu a que se sobrepõe uma coroa aberta cercada por uma grandiosa auréola. No regaço, apoiado por ambas as mãos está um molho de rosas.
A posição elegante da soberana e o desenho do rosto tranquilamente olhando para o espectador constitui uma original representação da rainha portuguesa.

História da gloriosa vida da Rainha Santa Isabel ...

Xilogravura incluída no livro Histórias da vida & feitos heroicos & vidas insignes dos sanctos de Fr. Diogo do Rosário, publicado em Braga por António de Mariz por encomenda do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires. A Rainha é representada de corpo inteiro, no claustro de um convento, envergando o hábito de clarissa, coroada e aureolada segurando nas mãos as coroas de Portugal e de Aragão assim aludindo à sua condição de Infanta de Aragão e de Rainha de Portugal.

A Rainha D. Isabel assiste à abertura dos alicerces do seu hospício.

A Rainha D. Isabel com coroa real, ceptro e vestida com o hábito franciscano assiste, rodeada pela sua comitiva, à abertura das fundações do hospício junto do seu paço de Santa Clara, anexos ao convento que refunda na margem esquerda do rio Mondego em frente a Coimbra. Na figura a cidade é simbolicamente representada por edifícios posicionados de ambos os lados de uma colina com uma árvore. A composição alude à lenda que relata ter a rainha encontrado desenhada no terreno a planta do hospital que queria construir e encontrando parcialmente abertos os alicerces.
Existe uma lenda semelhante associada à fundação da Igreja do Espírito Santo em Alenquer.
Esta xilogravura foi inserida no capítulo dedicado à Rainha Santa no Flos Sanctorum das vidas e obras insignes dos santos editada em Lisboa em 1590 por Baltazar Ribeiro,

Pintura do tecto da Capela da Rainha Santa do Castelo de Estremoz – Glorificação da Rainha Santa Isabel

Notável exemplo de pintura ilusionista de arquitecturas perspectivadas em grande voga em Portugal na primeira metade do séc. XVIII. O medalhão central concebido à semelhança de um retábulo de altar representa a assunção celestial de Santa Isabel. A rainha é representada de hábito de clarissa e coroa real subindo ao Céu em glória rodeada de anjos. Aos pés um pequeno anjo leva na mão o ceptro real símbolo da realeza terrestre deposta. A meio da composição a Virgem Maria espera-a de braços abertos. Entronizada entre as nuvens pontifica a Santíssima Trindade representada de acordo com a tradição iconográfica: Cristo segurando a cruz erguida, e Deus-Pai apoiando a mão esquerda na esfera do mundo em atitude majestática; sobre eles pairando nos céus a pomba do Espírito Santo.

Figurino da peça Rainha Santa

Figurino criado por José Barbosa para o espetáculo "Rainha Santa", apresentado em 1933 pela Companhia Ilda Stichini no Teatro Nacional de São Carlos.

Rainha Santa Isabel na Igreja de S. Francisco em Évora

Imagem de vestir representando a Rainha Santa Isabel envergando o hábito franciscano. Esta imagem colocada num nicho decorado com talha dourada, faz parte do conjunto de imagens de santos que saiam na Procissão dos Terceiros na Quarta-feira de Cinzas.

Rainha Santa Isabel em Azeitão

Imagem em madeira representando a Rainha Santa Isabel envergando o hábito franciscano, com cordão de três nós, barbeta de viúva e segurando,. com a mão esquerda, rosas no escapulário. A imagem apresenta-se muito danificada, sem a mão direita que provavelmente, dada a posição do braço, seguraria o bordão de peregrina,

Rainha Santa Isabel em Alcochete

Imagem de madeira estofada ricamente ornamentada com coroa real e barras douradas do manto e túnica cingida pelo cordão franciscano. Com a mão esquerda segura no manto um molho de rosas e na mão direita um septro, elemento raro na iconografia isabelina. A posição desta mão permite supor que o septro substitui o bordão original. Note-se que esta imagem foi objecto de recente restauro.

Rainha Santa Isabel

A rainha envergando o hábito de clarissa com véu e barbeta d,e viúva, sustenta na mão esquerda um conjunto de flores e empunha com a mão direita o seu bordão em forma de Tau.

A Rainha D. Isabel esmolando

No exterior de um palácio, a rainha vestida com o hábito de clarissa e com um ramo de flores na mão esquerda ocupa o lado direito da composição e entrega uma esmola a dois pedintes, um velho e uma mulher com uma criança.

Rainha Santa Isabel, S. Tiago e Santa Clara

Este registo testemunha a importância do culto da Rainha Santa que nele surge, a par de Santa Clara ladeando o Apóstolo Santiago

Rainha Santa Isabel

A Rainha envergando o hábito de clarissa e com ´véu e barbeta de viúva segura na mão direita o seu bordão dr peregrina em forma dr Tau. A luz que ilumina o rosto introduz a dimensão espiritual.

A Rainha Santa Isabel em Coimbra

A rainha envergando o hábito franciscano é representada com coroa que indicia o seu estatuto de rainha e com a sarcela que evoca a sua condição de peregrina mas também a sua caridade para com os pobres e desvalidos. A mão esquerda sobre o peito sublinha virtude da piedade e a espiritualidade franciscana.

A Rainha Santa Isabel em Coimbra

Neste pequeno medalhão de forma retangular com argola de suspensão, a rainha envergando o hábito franciscano e barbeta de viúva é representada com coroa aberta dourada e auréola, segurando na mão direita o bordão em forma de tau e na mão esquerda um ramo de rosas.
Segue o modelo iniciado com a gravura de Cornelius Galle o Velho de 1621.

Rainha Santa Isabel em Coimbra

Retrato de busto em que a rainha está com coroa de ouro na cabeça, vestida com hábito franciscano e barbeta de viúva, apoiando a mão direita num bordão em forma de Táu. No canto superior direito vê-se uma fração do escudo de Portugal, o que indica que esta tela terá sido cortada. Segue o modelo iniciado com a gravura de Cornelius Galle o Velho de 1621.

Rainha Santa Isabel em Ovar

Imagem processional envergando o hábito franciscano com resplendor de prata, véu e segurando nas mãos um ramo de rosas. O andor é adornado com quatro tochas e quatro lanternas. Faz parte do conjunto de santos terceiros que saem em procissão na Quarta-feira de cinzas.

Rainha Santa Isabel em Ansião

Painel de azulejo representando a rainha com coroa e trajo áulico tendo como cenário a entrada de um palácio dando uma moeda a um ansião.

Painel de azulejo em Fonte em Vila de Rei.

Painel de azulejo adornando uma fonte e representando a rainha com coroa e auréola tendo como cenário uma paisagem campestre limitada por uma cercadura muito elaborada.

Rainha Santa Isabel do Museu de Arte Sacra do Funchal

Imagem de madeira estofada e policromada representando a Rainha D. Isabel de hábito franciscano com a sarcela de peregrina e um molho de rosas.

Vitral da Rainha Santa Isabel em Vila de Rei

Vitral representando a Rainha D. Isabel com coroa e auréola em traje de peregrina, com cordão franciscano e sarcela, a dar esmola a três pedintes.

Santa Isabel no Museu da Guarda

Retrato de corpo inteiro em que Rainha D. Isabel é representada com hábito de clarissa, coroa e barbela de viúva, segurando com a mão direita um bordão de peregrina em forma de tau e com a mão esquerda um molho de rosas.
No canto superior direito pode observar-se metade do escudo bipartido de Portugal e Aragão.
Segue o modelo da gravura presente em “Triunfos de la Nobleza Luzitana y origen de sus blasones” de António Soares de Albergaria (1631).

Rainha Santa Isabel na Igreja do Convento de Nossa Senhora da Esperança

A cúpula semi-esférica da Capela-mor da Igreja do Convento de Nossa Senhora da Esperança é revestida por uma pintura a fresco de natureza erudita que Vitor Serrão atribui ao pintor maneirista André Peres. Nesta pintura estão representados santos franciscanos entre os quais a Rainha Santa Isabel.

Rainha Santa Isabel da Igreja dos Terceiros de Monforte

Imagem de vestir representando a Rainha Santa Isabel envergando o hábito franciscano com um ramo de flores na mão esquerda. Esta imagem colocada num singelo nicho aberto na parede de uma sala do piso superior da Igreja dos Terceiros, faz parte do conjunto de imagens de santos que saiam na Procissão dos Terceiros na Quarta-feira de Cinzas.

Rainha Santa Isabel da Igreja de S, Francisco de Estremoz

Imagem vestida com hábito franciscano, resplendor de prata, segurando nas mãos rosas Identificada pela legenda escrita na base do nicho.

A rainha D. Isabel esmolando

À porta de um palácio a rainha D. Isabel dá uma moeda a um pedinte. Está com coroa na cabeça e vestida com o hábito de clarissa mostrando o cordão franciscano. Em segundo plano, dentro da porta, uma figura feminina observa a cena.

Imagem da Rainha Santa da Igreja dos Terceiros em Faro

Escultura de madeira estofada e dourada. A rainha veste um hábito franciscano, Tem sobre a cabeça a coroa, na mão direita o bordão de peregrina e segura com a mão esquerda a capa com algumas rosas.

Cura da Freira do Convento de Chelas

O painel representa uma cela do convento de Chelas, ricamente decorada, onde está recostada no seu leito uma feira que padecia de uma dolorosa doença do estômago. A rainha D. Isabel debruça-se sobre a doente colocando sobre ela as mãos e fazendo o sinal da cruz, curando-a assim do mal que a atormentava. No lado direito do painel um grupo de freiras assiste ao milagre erguendo as mãos em sinal de louvor e espanto. Do lado esquerdo uma figura feminina segura roupa nos braços e outra ajoelha-se junto de uma bacia com água. A presença de ambas, certamente serviçais, remete para o estatuto nobre da feira doente e contrasta com o grupo de religiosas.
Este painel constitui a única representação conhecida deste milagre da Rainha Santa Isabel.

Veneração do Corpo da Rainha Santa e Primeiros Milagres Junto do seu Ataúde

O centro do painel é ocupado pelo ataúde onde se encontra exposto o corpo da rainha envergando o hábito de clarissa e representada muito jovem apesar da sua idade avançada como se o tempo não tivesse passado, assim sugerindo a sua santidade. À cabeceira vêm-se algumas religiosas, do lado direito aglomeram-se populares devotos desejosos de conseguir alguma relíquia e do lado esquerdo os miraculados. Entre eles Constança Eanes, religiosa do convento, e dama da rainha que padecia de uma grave doença na boca e fica curada ao beijar as mãos de D. Isabel; Margarida Martins cega de nascença e que miraculosamente começou a ver e que levanta os braços agradecida; e, ainda, a mulher endemoinhada que surge ajoelhada, amparada por outra pessoa, no momento em que, por interceção da rainha, fica liberta do último dos demónios que a atormentavam e ninguém até então conseguira expulsar.
Este painel constitui a única representação conhecida deste episódio da vida da Rainha Santa Isabel.

As Rainhas Servem as Freiras de Santa Clara. Lava Pés Pascal e Cura da Mulher Leprosa.

A figura da rainha ocupa o centro de um painel onde estão representados dois episódios. Do lado esquerdo vê-se o refeitório do Mosteiro de Santa Clara onde D. Isabel e sua nora, a rainha D. Beatriz, estão a servir as freiras. Do lado direito vemos um espaço conventual onde a rainha ajoelhada e rodeada de várias freiras lava o pé que uma delas coloca dentro de uma bacia. Este painel afasta-se das fontes hagiográficas situando o acontecimento no espaço conventual e substituindo as pobres mulheres leprosas por freiras clarissas o que só se explica por contaminação com o culto de Santa Clara.

A Rainha D. Isabel Observando os Planos e Obras de Santa Clara

Este painel testemunha a atenção com que D. Isabel acompanhava as obras observando os planos que lhe são apresentados. Num plano mais recuado avistam-se vários trabalhadores a realizar as tarefas da construção (canteiros que desbastam a pedra, homens que levantam paredes, um trabalhador que sobe uma escada com um tabuleiro de massa…).
Este painel constitui a única representação conhecida deste episódio da vida da Rainha Santa Isabel.

Peregrinação da Rainha D. Isabel a Santiago de Compostela

O painel evoca a etapa final da peregrinação, percurso que a rainha cumpriu a pé a partir do momento em que avistou a catedral. D. Isabel enverga o hábito clarissa, com o manto ornamentado com vieiras (símbolo identificativo dos peregrinos de Santiago).
A rainha chama a atenção da sua comitiva para o Santuário para onde se dirigem. No lado esquerdo vêm-se duas mulas que transportam as preciosas ofertas.

Morte da Rainha D. Isabel ou Milagre da Aparição da Virgem

O esquema compositivo segue uma estrutura bipartida que corresponde simbolicamente à dualidade Céu / Terra. Do lado direito, a Virgem Maria, rodeada de uma miríade de anjos que cantam ao som de instrumentos musicais abraça e conforta D. Isabel que segura na mão direita um crucifixo e na esquerda uma pequena vara, provavelmente um ceptro, símbolo da realeza terrena. Do lado esquerdo o rei D. Afonso IV e a rainha D. Beatriz acompanham D. Isabel. Damas e camareiras rodeiam os pés do leito em atitudes de surpresa e oração e dois frades franciscanos lêm os ofícios sagrados. Nos ares dois grupos da anjos juntam as suas vozes às dos religiosos.

As rainhas servem as freiras de Santa Clara

A composição organiza-se segundo um esquema simétrico que acompanha a disposição das mesas no refeitório do Convento de Santa Clara: uma grande mesa de cada lado e uma terceira no topo. Em torno das mesas estão sentadas as freiras clarissas. Sobre as toalhas brancas apenas se vêm algumas fatias de pão. No espaço central a rainha D. Isabel coloca sobre a mesa um prato que retira da bandeja que a abadessa do convento segura. No centro da composição destaca-se a figura da rainha D. Beatriz que segura numa das mãos um prato. Ao fundo, na parede um grande retábulo da Última Ceia. À esquerda duas janelas rompem o espaço fechado sem interferirem na iluminação da sala da mesma forma que se podem identificar dificuldades na construção da perspectiva o que permite supor a presença de um colaborador menos dotado. Inversamente é extremamente cuidado o desenho dos numerosos putti que brincam nos ares com fitas.

Milagre da Arrifana ou cura da criança cega

Este retábulo mostra o momento em que a rainha D. Isabel, vestindo o hábito de clarissa, põe as mãos nos olhos da criança que a mãe, ajoelhada, lhe apresenta. Em torno deste núcleo central estão representados um homem e duas mulheres observando o que está ocorrendo aparentemente sem se aperceberem do que está a acontecer.
Neste painel a estrutura compositiva baseia-se em eixos diagonais que se cruzam no ponto central ocupado pela figura da rainha. Uma linha oblíqua descendente termina no canto direito nas figuras de uma mulher e uma criança que se dirigem para D. Isabel. Do lado esquerdo, a linha correspondente desce até ao canto ocupado por um pequeno cão, em posição de vigília, voltado igualmente em direção à rainha que tem por trás a carruagem em que viajava puxada por um cavalo negro seguro por um criado. Ainda do lado esquerdo há a assinalar a presença de um cavalo branco que um palaferneiro segura à frente de figuras masculinas quase indistintas sob um céu azul. No canto superior diireito está representado o Castelo de Vila da Feira.

Tomada do hábito pela Rainha D. Isabel

D. Isabel de joelhos junto ao altar do seu oratório, de braços cruzados sobre o peito e vestindo o hábito de clarissa, oferece os seus longos cabelos a uma dona secular que os corta. Ao centro da composição, em primeiro plano, três damas guardam a coroa real e o manto azul forrado a arminho. Um grupo de pequenos anjos observa a cena e segura o reposteiro que encobre parte do altar.

Imagem da Rainha Santa Isabel - Igreja de S. Francisco em Tavira

Imagem da Rainha Santa Isabel colocada num magnífico nicho barroco a par dos principais santos da ordem terceira que desfilavam na procissão das cinzas. (Imagem em restauro).

Arca tumular da Rainha Santa Isabel

Sobre a arca tumular repousa a estátua da rainha ladeada, por dois anjos, envergando o hábito franciscano com os emblemas de peregrina (Bordão e uma escarcela decorada com uma vieira, mostrando moedas das esmolas, assim aludindo simbolicamente à espiritualidade franciscana e à pratica da caridade). A sua condição de rainha é afirmada pela presença da coroa real e pelos brasões de Portugal e de Aragão e a águia da sua linhagem do reino da Sicília. Sobre o baldaquino eleva-se um pequeno anjo que transporta a alma que ascende aos céus. Aos lados e aos pés três pequenos cães símbolo da fidelidade. Na facial da cabeceira está esculpido o Calvário e na facial dos pés Santa Clara, Santa Isabel da Hungria, e Santa Catarina, três santas da particular devoção da rainha. Nas faces laterais da arca estão representados Cristo com os doze apóstolos e as figuras de S, Francisco, do bispo S. Luís de Tolosa seguidos de um cortejo de clarissas.

Milagre das águas do Tejo que se apartam - Estremoz

Em primeiro plano, ao centro da composição, a rainha D. Isabel, envergando o hábito de clarissa e a coroa real, ajoelha perante o túmulo de Santa Iria rodeada por um pequeno grupo de populares. À sua volta as águas do Tejo, erguidas em volutas suspendem o seu movimento descobrindo o leito do rio e o túmulo da virgem martir. Na margem, um fidalgo, provavelmente D. Dinis, acompanhado de uma dama e de um pagem, observa a cena. Uma paisagem campestre limitada por montes despidos de vegetação com um pequeno conjunto de casas e filas de árvores e sebes, serve de cenário.

Milagre da criança salva das águas

No centro da composição uma criança aflita ergue os braços no momento em que as águas do rio se fecham e a alcançam. Na margem D. Isabel, de hábito e coroa, olha compassiva e estende-lhe a mão. À direita a mãe da criança ajoelha suplicando a intervenção da rainha. Alguns populares rodeiam D. Isabel e em segundo plano avista-se um grupo de cortesãos sendo provavelmente D. Dinis o fidalgo que está na primeira fila. Ao fundo, no alto de um monte, ergue-se o castelo de Santarém e na sua base a Igreja de Santa Cruz. Do lado esquerdo a má colocação e a utilização de azulejos que não pertencem à composição não permite que se possa observar o fragmento da paisagem junto ao rio.

Tomada do hábito e corte dos cabelos

Após a morte de D. Dinis a Rainha decide vestir o hábito da Ordem das Clarissas em sinal de “luto” e de “dó”
Output Formats:

atom, csv, dcmes-xml, json, omeka-xml, rss2