Explorar Itens (198 total)
A Intervenção Pacificadora da Rainha D. Isabel no Campo de Batalha (ou Recontro de Alvalade),
A cena situa-se no momento em que D. Isabel, após falar com D. Dinis, conversa com o infante, no sentido de o levar a prestar obediência ao pai.
A Rainha pagando a féria a um operário
Diz a lenda que estando D. Isabel desterrada em Alenquer decidiu construir a Igreja do Espírito Santo. No dia de pagamento da féria aos operários pediu a uma menina que passava, o ramo de rosas que levava dando-as como pagamento . Os operários levaram as rosas para suas casas e durante a noite transformaram - se em moedas de ouro.
No retábulo, em primeiro plano, a Rainha D. Isabel paga com uma rosa a féria de um operário atrás de quem está representada um operário com um martelo na mão. Em segundo plano vemos outros operários já com as rosas nas mãosseguram os seus instrumentos de trabalho..
É uma belíssima representação que mostra a qualidade dos artistas a quem se deve o notável conjunto de painéis que decoram a nave da igreja.
A Rainha Santa Isabel distribuindo esmolas
Rainha Santa Isabel
Segue o modelo da imagem de Teixeira Lopes do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova em Coimbra. Na base que sustenta a imagem está o escudo bipartido de Portugal e Aragão encimado por uma coroa aberta.
Rainha Santa Isabel
Escultura em madeira policromada, dourada e estufada representando a Rainha envergando o hábito de clarissa imitando um tecido adamascado ornado com ricos dourados. Na mão direita segura um crucifixo, na cabeça tem um resplendor e na dobra do manto erguido pela mão esquerda as rosas do milagre.
Rainha Santa Isabel na Igreja de S, Francisco de Estremoz
Sainte Elisabeth de Portug
Sta Isabel, Reina de Portugal
Esta gravura insere-se na tendência historicista e no revivalismo neogótico dominantes no final do séc, XIX.
A Rainha Santa Isabel em Alenquer
A Rainha D. Isabel assiste à abertura dos alicerces do seu hospício.
Existe uma lenda semelhante associada à fundação da Igreja do Espírito Santo em Alenquer.
Esta xilogravura foi inserida no capítulo dedicado à Rainha Santa no Flos Sanctorum das vidas e obras insignes dos santos editada em Lisboa em 1590 por Baltazar Ribeiro,
A Rainha D. Isabel e o Rei D. Dinis em S. Pedro de Moel
A rainha D. Isabel e o rei D. Dinis no Hospital de Santa Marta
A rainha D. Isabel esmolando
A Rainha D. Isabel esmolando
A Rainha D. Isabel Observando os Planos e Obras de Santa Clara
Este painel constitui a única representação conhecida deste episódio da vida da Rainha Santa Isabel.
A rainha distribuindo esmolas
A Rainha D. Isabel ocupa o centro da composição acompanhada de eclesiásticos que empunham uma cruz à porta de uma igreja, dando uma moeda a uma jovem mãe ajoelhada a seus pés e integrada num grupo de pedintes.
Esta pintura utiliza uma variada paleta cromática para dar uma versão colorida da gravura em que se inspira.
A Rainha esmolando
A Rainha Santa Isabel na Igreja de Santo António em Lisboa
A Rainha Santa dando esmola a um ansião
Num painel que decora uma fonte e onde está representado o exterior de um palácio, a Rainha com coroa aberta e envergando um trajo régio dá uma esmola a um ansião ajoelhado a seus pés.
A Rainha Santa Isabel no Forte de S. Julião da Barra
A Rainha Santa Isabel e o Milagre das rosas de Alenquer
A Rainha D. Isabel, ricamente vestida, ocupa o centro da composição, estando atrás de si no lado direito representados diversos cortesãos e à sua frente ajoelhados os operários. Alterando a versão da lenda o autor optou por situar o milagre no preciso momento em que a Rainha com o regaço cheio de flores, retira uma rosa para fazer o pagamento que, na sua mão, à vista de todos ,se transforma numa moeda.
Outro quadro com o mesmo tema foi executado por este pintor, um dos mais importantes do Barroco Português, para a Patriarcal de Lisboa destruída pelo Terramoto de 1755.
A Rainha Santa Isabel em Castelo Branco
A Rainha Santa Isabel em Coimbra
Este óleo pintado pouco depois da canonização ,mas em que D, Isabel é ainda representada segundo o modelo régio é um dos mais notáveis retratos seiscentistas da Rainha D. Isabel.
A Rainha Santa Isabel em Coimbra
Segue o modelo iniciado com a gravura de Cornelius Galle o Velho de 1621.
A Rainha Santa Isabel em Coimbra
A Rainha Santa Isabel em Dornes
A Rainha Santa Isabel em Lorvão
A rainha é identificada no canto superior esquerdo com a inscrição S. ELISABE T - R - P e no canto superior direito com o escudo bipartido de Portugal e Aragão encimado pela coroa real.
A Rainha Santa Isabel em Monte Real
Em Monte Real na última semana de Julho realizam-se as festas da Rainha Santa que inclui uma procissão.
A Rainha Santa Isabel em Monte Real
A Rainha Santa Isabel em Monte Real
A Rainha Santa Isabel em Vila de Rei
A Rainha Santa Isabel em Vila do Conde
Imagem devocional em madeira estufada representando a rainha envergando o hábito de clarissa e barbeta de viúva, com coroa que tem justaposto o brasão bipartido das armas de Portugal e de Aragão. Com a mão esquerda faz uma dobra no manto com um grande molho de rosas e a mão direita livre mas parece agarrar um bordão.
A Rainha Santa Isabel na Basílica de Mafra
Imagem de vestir que faz parte do notável conjunto de santos franciscanos que são anualmente incorporados na Procissão de Cinzas. No chão sobre uma almofada a coroa real fechada e o ceptro.
A Rainha Santa Isabel na Escola Secundária D. Dinis
A Rainha Santa Isabel na Igreja matriz de Monte Real
A Rainha Santa Isabel na Sé de Lamego
A Rainha Santa Isabel na Tapada da Ajuda.
A Rainha Santa Isabel no painel do Palácio Castro Guimarães
O cortejo abre com um numeroso grupo de clérigos empunhando longos círios e uma bandeira processional.
Neste magnífico painel, realizado por um dos mais importantes pintores de azulejo da grande produção joanina, a Rainha Santa Isabel figura entre S, Luís, Rei de França e Santa Isabel da Hungria precedendo um coche triunfal onde a Virgem Maria é venerada por religiosos. A este carro estão atreladas duas parelhas de cavalos brancos guiados por um anjo no lugar do cocheiro e dois anjos cavalgando a primeira parelha. O significado alegórico do painel é reforçado pela presença do anjo que fecha o cortejo e por numerosos querubins esvoaçando no céu acompanhando todo o percurso.
Ao contrário do que é habitual a Rainha Santa Isabel não é identificada pelo escudo bipartido das armas de Portugal e de Aragão mas apenas pelo escudo português assim se valorizando a sua condição de Rainha de Portugal.
Em segundo plano entre S. Luis e a Rainha Santa esta representada a Beata Beatriz da Silva fundadora da Ordem das Concepcionistas ou Ordem da Imaculada Conceição da Bem – Aventurada Virgem Maria . Esta religiosa foi santificada em 1976.
Este painel foi colocado nos jardins do palácio em 1925.
A Rainha Santa Isabel no Tojal
A Santa Peregrina
Deve ser realçada a originalidade deste painel no conjunto da iconografia isabelina.
Andor da Rainha Santa Isabel no Mosteiro de Mafra
A Rainha, envergando o hábito franciscano com barbeta de viúva, segura com a mão esquerda a túnica donde caiem rosas e apoia a mão direita num bordão em forma de Tau, Um aro dourado, símbolo da santidade, rodeia o rosto esculpido com notável realismo.
Sobre uma almofada estão pousados o ceptro e a coroa insígnias do seu estatuto régio.
Aparição de Cristo Crucificado à Rainha Santa Isabel
Por detrás da figura de D. Dinis espreitam duas personagens, o pagem e um cortesão.
Sobre uma mesa colocada em primeiro plano estão pousados uma vela, um livro e um tinteiro com uma pena, objectos usados pelo rei poeta.
Aparição de Cristo crucificado à Rainha Santa Isabel
Este painel, lamentavelmente instalado dadas as falhas e os erros de colocação dos azulejos, constitui uma das raras representações desta lenda.
Arca tumular da Rainha Santa Isabel
As rainhas servem as freiras de Santa Clara
As Rainhas Servem as Freiras de Santa Clara. Lava Pés Pascal e Cura da Mulher Leprosa.
Bordão de Santa Isabel
Foi com este bordão que a Rainha quis ser sepultada. Está representado na estátua jacente do túmulo por ela própria encomendado ao escultor Mestre Pero.
Conserva-se num precioso estojo de prata do séc. XVII pertencente à Confraria da Rainha Santa Isabel.
A par das rosas ,o bordão constitui um emblema identificador da Rainha presente em numerosíssimas representações. É também motivo de curiosas lendas como a “Lenda do mausoléu que dá um salto” em que a pesada arca tumular da Rainha D. Isabel, ao ser ser tocada pelo bordão, sobe milagrosamente para a capela do piso superior do Convento de Santa Clara que fora construído devido à subida das águas do rio Mondego.
Brasão da Rainha D. Isabel
É um dos dois fólios em pergaminho acrescentados em 1592 à cópia manuscrita entre 1556 e 1560 da biografia medieval da Rainha, o Livro que fala da boa vida que fez a Rainha de Portugal, Dona Isabel, e dos seus bons feitos e Milagres em as vida e depois da morte.
Trata-se de uma iluminura de página inteira representado o Brasão das Armas da Rainha, onde do lado esquerdo estão representadas as armas de Portugal pelas cinco quinas e pela bordadura de sete castelos e, do lado direito, o escudo de Aragão, com quatro barras vermelhas num fundo dourado. O escudo está rematado por uma coroa real aberta de pontas floreadas e adornada com rubis e safiras e está inserido numa magestosa cartela maneirista de enrolamentos, sendo suportado por dois anjos tenentes.
No aro inferior da moldura, num pequeno rótulo de cor azul está inscrita a data M.D.L.X.X.X.X.I.I..
Breve compendio da vida, morte, virtudes, e milagres de Santa Isabel, sexta rainha de Portugal e Infanta de Aragaõ
Trata-se da página de apresentação da publicação “ Breve compêndio da vida, morte, virtudes e milagres de SANTA ISABEL, sexta rainha de Portugal e Infanta de Aragaõ” que apresenta, dentro de uma cartela externamente decorada com elementos vegetalistas, a D. Isabel vestindo o hábito de clarissa, com véu e barbeta de viúva, apoiando-se com a mão esquerda no seu bordão em forma de Tau e segurando com a mão direita no seu regaço um molho de rosas.
No lado direito esta desenfada a cabeça de um pedinte e na margem inferior da cartela o escudo bipartido de Portugal e Aragão.
Busto relicário da Rainha Santa Isabel
Canonização da Rainha Santa Isabel
Chegada da Rainha D. Isabel ao Desterro em Alenquer
Este painel constitui a única representação conhecida deste episódio da vida da Rainha Santa Isabel.
Chegada do Cortejo Fúnebre da Rainha D. Isabel ao Mosteiro de Santa Clara em Coimbra
Num plano mais esbatido, do lado esquerdo, podemos ver um corpo de soldados com as lanças erguidas e do lado direito uma multidão de populares que, às portas do Convento, aguardam a chegada do cortejo.
Este painel constitui a única representação conhecida deste episódio da vida da Rainha Santa Isabel.
Colar
Colar
Cruz & spinea domini mei spectrum & corona mea
Constitui a primeira representação impressa da Rainha Santa Isabel, inserida no livro de Diogo Afonso, “Vida & milagres da gloriosa Raynha sancta Ysabel, molher do catholico Rey dõ Diniz sexto de Portugal com o compromisso da cõfraria do seu nome, & graças a ella concedidas”. Esta obra oferecida à Rainha D Catarina mulher do rei D. João III. foi impressa em Coimbra por João Barreira na Imprensa da Universidade sob licença da Inquisição, por ordem dos mordomos da Confraria a pedido da Abadessa do Mosteiro de Santa Clara.
Neste livro encontramos a primeira narrativa do Milagre das Rosas, no entanto, a gravura da portada enfatiza sobretudo a devoção e piedade cristã da Rainha expressa na presença dominante da grande cruz empunhada pela mão direita e paralelamente, o desprendimento do poder real simbolizado pelo ceptro e pela coroa depostos a seus pés.
De notar que alguns autores identificaram esta cruzo como o bordão de peregrina. No entanto só mais tarde so bordão de peregrina se tornará um emblema identificador da santa portuguesa a partir da abertura do seu túmulo em 1612.
Dentro de uma cartela maneirista, a Rainha Santa Isabel, abrigada num baldaquino, envergando o hábito de clarissa tem na cabeça uma coroa de espinhos, muito rara na iconografia isabelina, mas que aponta a sua vontade de imitar Cristo através de uma vida de renúncia e sacrifício.
Cruz & Spinea Nomini mei Sceptrum et corona mea
Retrato hagiográfico que constitui um dos dois fólios em pergaminho acrescentados em 1592 à cópia manuscrita entre 1556 e 1560 da biografia medieval da Rainha, o Livro que fala da boa vida que fez a Rainha de Portugal, Dona Isabel, e dos seus bons feitos e Milagres em as vida e depois da morte.
No centro da composição a Rainha envergando o hábito de clarissa, tem uma coroa de espinhos e na mão direita um crucifixo, dois elementos raros na iconografia isabelina. A coroa de espinhos está também presente na gravura que ilustra o livro de Diogo Afonso, “Vida & milagres da gloriosa Raynha sancta Ysabel, molher do catholico Rey dõ Diniz sexto de Portugal com o compromisso da cõfraria do seu nome, & graças a ella concedidas”, impresso em 1560. Em ambos os casos aponta a sua vontade de imitar Cristo através de uma vida de renúncia e sacrifício Deve salientar-se ainda o sangue que brota da mão que segura o crucifixo numa alusão à flagelação que a Rainha D. Isabel sobre si própria exercia nos seus exercícios de penitência. A mão esquerda voltada para baixo apontando o ceptro e a coroa caídos a seus pés exprime a sua renúncia ao exercício dos seus privilégios reais,.
Em segundo plano, do lado direito da figura três construções representam ao centro a Igreja de Santa Clara e Santa Isabel (hoje Santa Clara-a-Velha), ladeada pelo seu paço e pelo hospital onde exercia a sua actividade de proteção a doentes e indigentes desde a morte de D. Dinis.
Cruz processional
Cruz processional / Tesouro da Rainha Santa Isabel
O centro que une os braços da cruz é ornamentado com baixo relevo de prata dourada representado de um lado o Calvário e do outro o Tetramorfo (Cristo em majestade ao centro com representações dos símbolos dos Evangelistas nos quatro cantos. De destacar também a ornamentação do nó hexagonal inserido na haste onde estão os escudos de Portugal e de Aragão.
No verso, no cruzamento dos braços vê-se a imagem de Cristo crucificado acompanhado por Nossa Senhora e por S. João Evangelista
Cura da Freira do Convento de Chelas
Este painel constitui a única representação conhecida deste milagre da Rainha Santa Isabel.
D. Dinis e a Rainha Santa Isabel na Universidade de Coimbra
DIONYSIVS I LVSITANIAE REX ET D. EL. ELISABETHA CONIVX
ELISABETH REGINA SANCTA PORTVG.
Segundo alguns autores esta inscrição e a apresentação da rainha como santa antes da sua canonização poderão explicar a eliminação do texto pela censura da Inquisição
Encontro de Alvalade
Numa divisão do Palácio, e enquadrada por uma cercadura oval de cor rosa que se funde com as faixas paralelas, de um e do outro lado, com o mesmo tratamento cromático, que estruturam a decoração do teto, a cena pintada regista o momento em que a Rainha D. Isabel, montada numa mula, entra no campo de batalha separando as hostes de seu marido, o Rei D, Dinis ( do lado esquerdo da imagem) e de seu filho rebelde, o Infante D, Afonso.
Estátua da Rainha Santa Isabel em Estremoz
Fatto milagroso de Santa Isabel Rainha de Portugal
Um numeroso grupo de pedintes está desenhado em vários planos, desde a boca da cena, onde ao centro estão representadas duas crianças, até um plano de fundo atrás do casal régio.
Do lado esquerdo podemos observar um grupo de cortesãos que, tal como os pedintes, manifestam com gestos a sua admiração face ao milagre que acabam de contemplar.
Figurino da peça Rainha Santa
Gravura da Rainha Santa Isabel “S. J ZABEL”
Gravura de Relicário de Colar
História da gloriosa vida da Rainha Santa Isabel ...
Igreja da Ordem Terceira de São Francisco
Imagem da Rainha Santa da Igreja dos Terceiros em Faro
Imagem da Rainha Santa em Coimbra
Imagem da Rainha Santa Isabel - Igreja da Misericórdia de Aljezur
Imagem da Rainha Santa Isabel - Igreja de S. Francisco em Tavira
Imagem da Rainha Santa Isabel - Igreja do Outeiro. Alter do Chão
Imagem da Rainha Santa Isabel, Igreja da Merceana / Alenquer
Imagem relicário da Virgem com o Menino
Jarras de altar
Lenda dos passarinhos
Milagre da Arrifana ou cura da criança cega
Neste painel a estrutura compositiva baseia-se em eixos diagonais que se cruzam no ponto central ocupado pela figura da rainha. Uma linha oblíqua descendente termina no canto direito nas figuras de uma mulher e uma criança que se dirigem para D. Isabel. Do lado esquerdo, a linha correspondente desce até ao canto ocupado por um pequeno cão, em posição de vigília, voltado igualmente em direção à rainha que tem por trás a carruagem em que viajava puxada por um cavalo negro seguro por um criado. Ainda do lado esquerdo há a assinalar a presença de um cavalo branco que um palaferneiro segura à frente de figuras masculinas quase indistintas sob um céu azul. No canto superior diireito está representado o Castelo de Vila da Feira.
Milagre da criança salva das águas
Milagre das Águas do Tejo que se Apartam
Mais distante avista-se o rei D. Dinis e um fidalgo, ao fundo vislumbram-se a igreja de Santa Iria e outros edifícios e no topo de um monte a cidade de Santarém.
Milagre das águas do Tejo que se apartam - Estremoz
Milagre das rosas
Milagre das rosas
Milagre das rosas
Milagre das rosas
Milagre das Rosas
Milagre das rosas
Milagre das rosas
Milagre das rosas
Da autoria do pintor régio André Gonçalves é certamente a mais bela representação do Milagre das Rosas na arte portuguesa.
O autor consegue condensar toda a cena numa composição de grande unidade. Em primeiro plano a Rainha D. Isabel acompanhada por dois pagens, numa atitude elegante e envergando um riquíssimo trajo de corte, volta-se para D, Dinis apresentando-lhe as rosas no manto que estende com mão direita. Ligeiramente inclinado, o monarca, em trajo de corte, com um manto vermelho, chapéu de plumas e colar de ouro observa atentamente as flores que D. Isabel lhe mostra. Por trás de D. Dinis, tendo como plano de fundo um palácio, dois cortesãos comentam o extraordinário prodígio.
Como é habitual nas pinturas barrocas, o prodígio é celebrado com a presença de querubins esvoaçando entre nuvens.
Este quadro faz parte do conjunto de importantes pinturas que decoram os altares da Igreja do Menino Deus mandada construir pelo rei D. João V.
Milagre das rosas - Pintura
Milagre do vinho e da água
Morte da Rainha D. Isabel
Morte da Rainha D. Isabel e Milagre Da Aparição de Nossa Senhora (A Senhora de Branco)
Este painel segue fielmente o texto da primeira biografia assim se distinguindo de outras representações da morte da rainha.


































































































